A nova colaboradora do Irpaa Joicemilla Xavier, que vai atuar no Semiárido Produtivo II em Alagoas, enfatiza que esse primeiro encontro foi de “grande experiência, grande importância para nossa vida, porque vai para além da nossa formação profissional. É um sentimento de gratidão, de felicidade em estar aqui, poder contribuir ainda mais para a equipe do Irpaa, hoje estou como colaboradora e voltando para Alagoas, quero poder aplicar ao máximo todos os aprendizados e aprender junto com todos”. Ela complementa ainda sobre as ações iniciais do projeto através dessa formação:
“A gente está voltando com muita responsabilidade, primeiramente, mas com muita informação, graças a Deus deu tudo certo, a gente está voltando com os planejamentos da primeira semana, do primeiro mês. Então, tá tudo organizado, agora é chegar lá e colocar tudo em prática”.
Maria de Jesus, também nova integrante da equipe, avalia positivamente o encontro e destaca a importância do Projeto para fortalecer os Territórios no estado de Sergipe. “Esses três dias de formação foram muito importantes para o desenvolvimento do projeto lá nos nossos territórios, nas nossas comunidades, nos municípios. Facilitou muito compreender quais as metas, o fazer do planejamento, quais atores que a gente vai estar trazendo junto, o que a gente pode melhorar lá nessa construção dentro desses territórios. Para mim esses dias, conhecer a equipe do Irpaa, a Convivência com o Semiárido, pensar perspectivas, coisas novas, novas tecnologias e dinamizar também esse processo com os camponeses, com a agricultura familiar dentro desse território foi muito importante”.
O coordenador do Projeto, Paulo César Santos, pontua que o encontro foi essencial para a equipe se apropriar do plano de trabalho e para o planejamento semestral das atividades. “A gente já consegue traçar quando que vai ser os primeiros encontros estaduais para apresentar o projeto para a sociedade em geral, aos territórios, grupos e parceiros; já começamos também a traçar as primeiras visitas em campo para fazer o diagnóstico inicial e, aos poucos, ir abrindo caminho para a execução do projeto no decorrer dos três anos”.
O Semiárido Produtivo II vai atender grupos e agricultores familiares que atuam com apicultura, fruticultura, caprinocultura, avicultura, horticultura e piscicultura. Estão previstos, por exemplo, o apoio na estruturação física de espaços coletivos, formações sobre diversos assuntos, registro de marca e rotulagem dos produtos.
Nesse sentido, o Projeto “vai fortalecer grupos, os movimentos sociais na base; com estruturação, acompanhamento e formação. Então, é o conjunto que constrói a Convivência e que complementa as demais políticas que já chegaram no campo, agora no sentido de estruturar grupos produtivos. O nome do edital já fala ‘Sertão + Produtivo’; então, estamos fortalecendo o trabalho de Convivência com o Semiárido em três estados, com grupos qualificados e com esse apoio do BNDES e da Petrobras. Acreditamos que esses grupos vão sair fortalecidos, gerando renda e produzindo alimento saudável para o Semiárido brasileiro. É um marco histórico e a gente, nessa formação, dá o primeiro passo para chegar nesses territórios e consolidar esse trabalho”, conclui Clérison Belém, coordenador Institucional do Irpaa.
No cronograma de atividades do Projeto, está previsto já para o mês de agosto o início dos encontros estaduais com assessorados/as, entidades parceiras e sociedade em geral para apresentar as ações que serão desenvolvidas.
Texto e fotos: Eixo Educação e Comunicação do Irpaa





























